think marie
giving the lucky chance.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
ou me quer e vem,
ou não me quer e não vem. Mas me diga logo, para que eu posso desocupar meu coração. Avisei que não dou mais sinal de vida, e não darei. Não é mais possível. Não vou me alimentar de ilusões. Prefiro reconhecer com o maximo de tranqüilidade possível que estou só do que ficar a mercê de visitas adiadas e encontros transferidos. Chega uma hora em nossa vida que a ficha cai... e essa hora, na minha vida, acabou de chegar. Sabe aqueles discursos pobres que a gente faz para as amigas, aqueles discursos do tipo: “porque ele não se decide?” “eu não mereço isso” “o que tenho de errado?” pois é... chega uma hora que a gente entende que tudo acontece simplesmente porque a gente permite de aconteça... pelo menos a minha realidade é assim. Algumas idas e vindas acontecem, porque eu permite que acontecessem. Mas chega uma hora que você precisa amadurecer... crescer.. resolver historias mal-resolvidas... e se não quiserem resolver com você.. Você simplesmente esquece, porque você percebe que é especial.. e que merece coisas boas, que merece não mais aquele discurso infeliz que começa com: “é porque eu não tenho certeza.. me desculpe..”. Chega um momento que você tem a capacidade de dizer: “então ta... seja feliz!”. Até chegar a esse nível... são muitos sofrimentos.. muitas pancadas, coração sendo destruído e reconstruído inúmeras vezes, mas porque nós sempre permitimos. E eu não permito mais.. não permito ficar mais sempre na duvida, não me permito mais viver presa a uma coisa incerta e “se por acaso nos encontrarmos vai ser lindo. Se não, não há nada a fazer”. Eu não agüento mais, sinceramente, está um pouco pesado para mim. Eu estou me matando em silencio, não quero que minhas amigas pensem que eu sou fraca e hesitem em pedir minha ajuda, quero ser um exemplo, uma força. Por fora, sou a pessoa mais feliz do mundo, ou pelo menos tentando, mas por dentro, estou em pedaços. Eu me surpreendo com a capacidade do ser humano tem de conseguir pisar completamente no seu coração e ainda ter coragem de te tratar como se nada tivesse acontecido. Também não é culpa dele, ué. Ele quer que tudo fique bem entre nós, mas e o meu coração? Ele não esta pronto para olhar para ele com outros olhos, tratá-los como as “amigas”, ou então, por ouvir todas as qualidades daqueles meninas que ele está afim. A cada ação dele, me deixa mais chateada. Eu te odeio, mas odeio mais ainda não conseguir te odiar um pedacinho se quer.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
se você soubesse
o estado que estou agora, zumbi, pegando detalhes seus por aqui, e doendo tanto que nem sei por onde começar. Queria tanto continuar. Perdoe-me pelos mil anos a frente dos nossos segundos e pela saudade melancólica que sinto o tempo todo. Minha maior dor é não saber fazer a única coisa que me interessa no mundo que é você me amar. Eu sou agora uma simples sanfona da esperança. Enfim cansei de pedir desculpas por alguém que eu sou. Cansei de ouvir de todo mundo como é que se ama, se permanece, se constrói. Eu tentei com todas as minhas forças amar e ser amada por você e agora sofro com todas as forças pelo muralha que ficou entre nós.
estava tudo bem
Eu estava conseguindo, eu estava feliz, feliz com você. Depois de tanto tempo, finalmente eu estava a ponto de conseguir TUDO o que eu queria, tudo que eu precisava. Eu estava bem, comigo e com os outros, como eu não ficava fazia tempo... tudo isso efeito de você. E quando eu achei que o caso já estava ganho, veio outra, outra mais esperta, quem sabe até mais carinhosa, mais carismática, e não demorou nem um dia pra acontecer o que eu mais tinha medo. Te perder. Isso aconteceu, talvez por ela ter feito exatamente oque eu precisava fazer e não fiz, revelar meus sentimentos. E em quanto eu odiar essa pessoa? Impossível, eu posso morrer de ciúmes, mas não tenho motivos para ter ódio dessa pessoa. Afinal ela nem sabe, ninguém sabe, então eu correria esse risco mesmo. Desistir? Parece uma boa opção.